Ilustração sobre fisioterapia na tetraplegia com cadeira de rodas e movimentos de braços e articulações

Fisioterapia na Tetraplegia: O Que Aprendi na Prática

Quando sofri a lesão medular cervical em 2003, eu achava que fisioterapia era uma coisa bem diferente do que entendo hoje. No começo, eu imaginava que fazer fisioterapia e ir para um hospital de reabilitação poderia “consertar” a lesão e talvez me fazer voltar a andar. Com o tempo, aprendi que a realidade é mais complexa.

Hoje, depois de quase 23 anos vivendo com tetraplegia C4, vejo a fisioterapia na tetraplegia principalmente como parte de um processo contínuo de reabilitação: preservar o que ainda consigo movimentar, cuidar da amplitude das articulações, lidar com espasticidade, posicionamento e contraturas e tentar manter o máximo de função possível dentro da minha realidade.

Este artigo conta o que aconteceu comigo. Não é uma sequência de exercícios para copiar. Lesão medular, força muscular, sensibilidade, espasticidade, contraturas, ossificação heterotópica e saúde óssea variam muito de uma pessoa para outra. Movimentos, alongamentos, órteses e exercícios precisam ser adaptados individualmente, principalmente quando existe osteoporose, deformidade, dor ou outra complicação.

Índice

Os primeiros meses: movimento sem entender o porquê

Fiquei 55 dias internado depois do acidente. Durante a internação, fisioterapeutas faziam movimentos nos meus braços e nas minhas pernas. O problema é que, pelo que me lembro, eu via aquilo acontecer, mas não entendia direito por que cada movimento era feito e nem como minha família deveria continuar depois que eu voltasse para casa.

Quando recebi alta, nós fazíamos alguns movimentos por conta própria. Eram esporádicos e sem uma rotina bem organizada. Meus irmãos tentavam mexer meus braços, minhas mãos e meus dedos com a intenção de ajudar, mas nós ainda não tínhamos recebido uma orientação que nos desse segurança para fazer aquilo sozinhos.

Foi nessa fase que comecei a formar uma ideia errada sobre fisioterapia. Eu pensava mais ou menos assim: vou chegar ao SARAH, vou fazer fisioterapia e aquilo vai melhorar tudo.

Hoje enxergo de outra maneira. A reabilitação após uma lesão medular é muito mais ampla do que “fazer exercício”. A Organização Mundial da Saúde destaca a importância de reabilitação multidisciplinar e acompanhamento contínuo para otimizar função, independência e prevenir complicações secundárias depois da lesão medular. Veja a página da Organização Mundial da Saúde sobre lesão medular (em inglês).

Os estalos nos dedos que nunca esqueci

Uma das lembranças mais marcantes daquela falta de orientação aconteceu nas minhas mãos.

Meus irmãos faziam movimentos nos dedos, levando para frente e para trás. Em duas ocasiões diferentes, durante esses movimentos, ouvimos um estalo. Como eu não sinto dor normalmente nas mãos, eu não senti que alguma coisa tinha acontecido naquele momento.

Depois, percebemos que os dedos ficaram deformados. Um deles foi o mindinho e o outro foi o dedo ao lado. Eu sempre entendi aqueles episódios como fraturas por causa do estalo e da deformidade que permaneceu, embora eu não me lembre de ter tido confirmação por raio-X naquela época.

Esse episódio ficou na minha cabeça porque mostra uma coisa simples: boa intenção não substitui técnica. Nós queríamos preservar movimento, mas não sabíamos a quantidade de força, o posicionamento ou até onde aquela articulação podia ir.

Já contei outros episódios parecidos no artigo sobre erros que cuidadores cometem com pessoas com lesão medular. Não escrevo isso para culpar minha família. Naquele momento, todo mundo estava aprendendo junto comigo.

O que aprendi sobre fisioterapia na tetraplegia no Hospital SARAH

Foi no Hospital SARAH que comecei a entender melhor a reabilitação depois da lesão medular.

A equipe passou a ensinar meu irmão a fazer os movimentos de forma mais organizada, articulação por articulação. Nos braços, havia movimentos de elevação, abertura, extensão e mobilização dos cotovelos. Nos punhos, fazíamos rotação, flexão e extensão. Nas mãos, o trabalho era dedo por dedo e articulação por articulação. Nas pernas, também havia mobilizações de quadril, joelho e tornozelo.

Mais importante do que decorar um movimento específico foi entender o princípio: posição, controle e moderação importam. A orientação era não fazer movimentos bruscos e não usar força para “vencer” uma articulação à força.

Foi também no SARAH que comecei a usar órteses e talas para manter determinadas posições e aproveitar os movimentos que eu ainda tinha nos braços.

Naquela época eu passei a entender a fisioterapia principalmente como uma forma de tentar preservar mobilidade e evitar que meu corpo fosse ficando cada vez mais preso em determinadas posições. Hoje eu faria uma pequena correção nessa frase: contraturas e perda de amplitude podem ter vários fatores envolvidos, como imobilidade, posicionamento, desequilíbrio muscular e espasticidade. A fisioterapia faz parte desse cuidado, mas não é correto reduzir tudo a “faltou exercício”.

O SCIRE, projeto especializado em evidências sobre lesão medular, explica que órteses são usadas na prática para posicionamento e suporte de articulações e tecidos, inclusive com o objetivo de limitar contraturas, embora a evidência científica sobre qual órtese, estratégia e tempo de uso são melhores ainda seja limitada. Leia a revisão do SCIRE sobre órteses na lesão medular (em inglês).

O mais difícil foi manter a rotina depois

Depois que saí do SARAH, meu irmão continuou me ajudando durante um período. Quando olho para quase 23 anos de lesão medular e somo os períodos em que realmente consegui manter uma rotina mais constante de fisioterapia, calculo algo próximo de dois anos.

Não foi por falta de tentar.

Procurei estagiários em faculdades. Também cheguei a contratar fisioterapeutas e uma pessoa que trabalhava com pessoas acamadas. Um fisioterapeuta profissional me ajudou bastante durante alguns meses, mas eu não consegui manter o atendimento por muito tempo.

Também tive uma experiência ruim com uma pessoa que acreditava que, se um movimento estava doendo, era justamente ali que precisava colocar mais força. No meu braço direito, que já tinha bastante limitação, ele chegou a usar uma faixa elástica e puxar enquanto eu dizia que estava doendo.

Depois do que eu tinha aprendido na reabilitação, aquilo não fazia sentido para mim. Eu dispensei o atendimento.

Essa é uma das coisas que gostaria de ter entendido desde o início: forçar mais não significa necessariamente fazer melhor. Quando uma pessoa tem lesão medular, perda de sensibilidade, contraturas ou baixa densidade óssea, a segurança do movimento precisa ser individualizada.

Como são meus exercícios hoje

Atualmente, consigo fazer exercícios com ajuda cerca de três vezes por semana. Não é uma fisioterapia completa e não fazemos todos os movimentos que já aprendi. A principal limitação continua sendo a mesma que atravessou boa parte da minha vida: falta de alguém disponível para fazer tudo comigo.

Nos braços, fazemos alguns movimentos de elevação, abertura e extensão. Nos punhos, rotação e movimentos para frente e para trás. Nas pernas, fazemos mobilizações envolvendo joelho, quadril e tornozelo.

Na minha rotina, costumamos repetir cada movimento algumas vezes. Não coloco aqui essa quantidade como recomendação porque ela descreve apenas o que fazemos comigo. Número de repetições, amplitude, velocidade e força não devem ser copiados de outra pessoa com lesão medular.

Quando estou deitado, ainda consigo fazer alguns movimentos sozinho. Consigo elevar parcialmente o braço esquerdo e abrir os dois braços para os lados. O direito é mais limitado: se levanto demais, não consigo sustentar o braço e minha mão pode cair sobre meu rosto.

Nas pernas não tenho movimento voluntário.

Quando usava as talas rígidas nos braços, eu conseguia aproveitar melhor o pouco movimento que tenho e levantar os braços da cama, chegando a aproximá-los acima do corpo. Isso me dava um pouco mais de autonomia para fazer o exercício sem que outra pessoa movimentasse tudo por mim.

O que percebo nos espasmos antes e depois dos exercícios

A diferença que mais percebo depois dos exercícios está nos braços. Quando passo um período sem fazer, sinto os braços mais pesados e duros. Depois da movimentação, eles ficam mais leves. Às vezes a sensação é tão grande que costumo dizer que “parece que nem tenho braço”.

Nas pernas acontece algo diferente.

Quando começam a esticar minhas pernas, meus espasmos podem aumentar bastante. O corpo inteiro pode participar: as pernas pulam, os braços podem se mexer junto e eu sinto o abdômen contrair. Em alguns momentos, isso deixa minha respiração desconfortável.

Ao mesmo tempo, depois que os movimentos continuam por um período, eu percebo que os espasmos vão ficando mais brandos.

Essa percepção combina parcialmente com o que aparece na literatura, mas não de forma tão simples quanto “alongamento sempre diminui espasticidade”. Revisões do SCIRE mostram que movimentos passivos e alongamentos podem produzir redução de curto prazo da espasticidade em algumas situações, enquanto outros estudos não encontram benefício claro. A resposta varia. Veja a revisão do SCIRE sobre movimento passivo e alongamento (em inglês).

Já contei com mais detalhes como esses espasmos aparecem no meu corpo no artigo sobre espasticidade na lesão medular.

Também percebo que a dor neuropática pode aumentar durante algumas mobilizações. Por isso, quando descrevo que “depois fico melhor”, isso não significa que toda parte da sessão seja confortável.

As limitações que acumulei ao longo dos anos

Hoje percebo limitações importantes em várias partes do meu corpo.

Meu braço direito não estica completamente. Nos ombros, não consigo levar os braços até acima da cabeça sem encontrar muita resistência e dor se insistirem além do que meu corpo permite.

Nos dois joelhos, as pernas não ficam totalmente retas sobre a cama. Quando estou deitado, permanece um espaço atrás do joelho. Nos tornozelos e pés, perdi grande parte do movimento para cima, para baixo e para os lados. Se eu pudesse ficar em pé da forma como estou hoje, meu calcanhar teria dificuldade para apoiar completamente.

Também tenho limitação para abrir as pernas durante a higiene e percebo diferença no quadril quando sou virado para um lado ou para o outro. Parte dessa resistência se mistura com os espasmos: determinados estímulos fazem minhas pernas fecharem com mais força.

Meu pescoço também tende a ficar projetado para frente. Quando deito, a parte de trás da cabeça não encosta imediatamente na cama; depois de algum tempo e reposicionamento, ela se aproxima mais.

Durante muitos anos eu resumi tudo isso dizendo: “faltou fisioterapia e vieram as contraturas”. Hoje prefiro ser mais cuidadoso. A pouca regularidade dos movimentos provavelmente fez parte da minha história, mas eu não consigo atribuir cada limitação a uma única causa.

As órteses e talas que fizeram parte da minha rotina

No SARAH, usei talas longas nas pernas e nos braços. Eram peças rígidas moldadas para manter uma posição. Eu costumava chamá-las de talas de poliuretano, embora não tenha hoje a especificação técnica do material para afirmar exatamente qual plástico era usado.

Depois dos exercícios, colocávamos as talas nas pernas para tentar mantê-las mais estendidas. Nos braços, além do posicionamento, a tala permitia que eu aproveitasse melhor os movimentos que ainda tenho.

Na minha rotina daquela época, eu conseguia permanecer com elas por cerca de uma hora ou um pouco mais. Depois começavam a incomodar, esquentar e provocar suor. Como tenho uma lesão cervical alta e histórico de disreflexia autonômica, aprendi a não ignorar sinais de pressão ou desconforto que meu corpo dá de outras maneiras.

Órtese rígida com tiras de velcro posicionada no braço e na mão de Ronaldo

Diretrizes especializadas lembram que dispositivos apertados podem funcionar como estímulos nocivos em pessoas suscetíveis à disreflexia autonômica e recomendam verificar pressão, pele e dispositivos constritivos quando aparecem sintomas. Consulte a diretriz do Consortium for Spinal Cord Medicine (em inglês).

Com o passar dos anos, deixei de usar as talas longas porque já não tinha quem as colocasse com regularidade. Elas ficaram guardadas, acumularam sujeira e acabaram sendo descartadas. Hoje penso que não precisava ter jogado toda a estrutura fora; talvez fosse possível ter substituído apenas as partes de tecido e acolchoamento.

A órtese que mais uso atualmente é a da mão esquerda. Meu espasmo tende a puxar o punho para uma posição fechada, e no meu caso a órtese com velcros consegue manter o punho mais estendido.

Ronaldo usando órtese de punho e mão com estrutura rígida e tiras de velcro

Isso não significa que uma órtese igual seja adequada para outra pessoa. Tipo, formato, posição, tempo de uso e necessidade de ajustes precisam considerar pele, sensibilidade, espasticidade, função e objetivos individuais.

O medo de fratura depois da osteoporose

Em 2026 fiz a primeira densitometria óssea da minha vida e o laudo concluiu que havia valores compatíveis com osteoporose. Depois disso, comecei a olhar para os movimentos e para as transferências com muito mais receio.

Meu medo não aparece só durante os exercícios.

Para colocar o suspensório do meu sistema de transferência da cama para a cadeira, alguém precisa me virar de um lado para o outro e passar parte do tecido pelas minhas costas e abaixo dos braços. Nessas manobras, meus braços estalam bastante. Hoje isso me preocupa mais do que antes.

Também passei a pedir mais moderação à pessoa que atualmente faz os exercícios comigo, principalmente nos braços. Ela tem uma mão muito forte, e eu preciso chamar a atenção para posição e força.

Esse receio não significa que eu deva simplesmente parar de me movimentar. O que mudou foi a necessidade de levar a saúde óssea em conta. Diretrizes específicas para pessoas com lesão medular mostram que a perda óssea e as fraturas por fragilidade têm características próprias nessa população, com atenção especial para regiões como fêmur distal e tíbia proximal. Transferências também aparecem entre mecanismos relatados de fratura. A avaliação deve considerar densidade óssea, histórico e outros fatores individuais. Veja a diretriz sobre saúde óssea e osteoporose na lesão medular (em inglês).

Contei meus resultados e como descobri isso no artigo sobre osteoporose na tetraplegia.

No meu caso, isso reforça uma pergunta que quero levar para acompanhamento profissional: quais amplitudes e formas de mobilização são adequadas para mim agora, considerando minhas contraturas, espasticidade, ossificação heterotópica e osteoporose?

O que meu exame realmente mostrou sobre a “calcificação”

Durante muito tempo eu usei a palavra “calcificação” para falar daquilo que poderia acontecer nas articulações depois de anos com pouco movimento. Eu já tinha conhecido pessoas com lesão medular com limitações muito grandes e guardava essa imagem na cabeça.

Em 2026, uma tomografia da minha pelve trouxe uma informação mais específica.

O laudo descreveu calcificações em partes moles na região posterolateral das coxas, próximas aos músculos glúteos, compatíveis com ossificações heterotópicas, com maior extensão do lado direito.

Isso é importante porque ossificação heterotópica não é simplesmente uma “junta que calcificou por falta de exercício”. Trata-se de formação de tecido ósseo fora do esqueleto normal, algo que pode ocorrer depois de lesão medular e que pode limitar a amplitude de movimento quando acontece próximo de uma articulação.

A literatura também não permite dizer que fazer movimentos, sozinho, “impede” a ossificação heterotópica. A American Academy of Physical Medicine and Rehabilitation informa que o papel da mobilização e da amplitude de movimento na prevenção e no tratamento da ossificação heterotópica ainda apresenta resultados mistos e precisa fazer parte de uma abordagem individualizada. Leia a revisão da AAPM&R sobre ossificação heterotópica (em inglês).

Por isso, mudei a forma de falar sobre meu próprio exame: eu tenho uma limitação no quadril que percebo no dia a dia e meu exame mostrou ossificação heterotópica nas partes moles das coxas. Eu não posso afirmar sozinho qual parcela dessa limitação vem da ossificação, da contratura, da espasticidade ou de outros fatores.

Fisioterapia não é promessa de voltar a andar

Uma ideia que eu tinha no começo e que já vi em outras famílias é esta: “vou para um centro de reabilitação, vou fazer fisioterapia e vou sair andando”.

Hoje eu não colocaria dessa forma.

A capacidade de recuperar movimentos e eventualmente caminhar depois de uma lesão medular depende de fatores como nível e gravidade da lesão, preservação neurológica e evolução individual. A fisioterapia e a reabilitação podem trabalhar função, força preservada, mobilidade, condicionamento, independência e prevenção de complicações, mas não são uma promessa de que a medula lesionada será “consertada”.

Isso também não significa retirar a esperança de uma pessoa recém-lesionada. Significa trocar uma promessa que ninguém pode fazer por objetivos reais de reabilitação, que podem mudar muito de uma pessoa para outra.

Eu mesmo cheguei ao SARAH carregando aquela esperança de que talvez saísse andando. Antes da minha alta do primeiro hospital, já começaram a me explicar que o SARAH era um hospital de reabilitação e que nem todo mundo que entrava ali sairia andando.

Demorei para entender completamente, mas foi uma mudança importante na minha cabeça.

O conselho que eu daria para quem acabou de sofrer a lesão

Se eu pudesse voltar para os primeiros meses depois do acidente, gostaria que alguém tivesse sentado comigo e com minha família e explicado, com calma, como movimentar meu corpo, o que não forçar, o que observar e por que aquela rotina seria importante ao longo dos anos.

Para uma pessoa com lesão medular recente e para a família, meu conselho seria: procure orientação profissional cedo e aprenda a fazer os movimentos corretamente antes de tentar reproduzi-los em casa.

Eu faria tudo diferente se tivesse recebido esse aprendizado logo no começo.

Ao mesmo tempo, não transformaria a fisioterapia numa promessa de cura ou de voltar a andar. Para mim, ela se tornou uma parte da manutenção do corpo e da vida com a tetraplegia.

Eu costumo dizer que, para o lesado medular, a fisioterapia é como um copo d’água para o corpo: é uma coisa que faz parte da vida.

Na minha realidade, eu gostaria de ter conseguido manter essa rotina com muito mais regularidade. Não consegui. Dependência de cuidador, dinheiro, disponibilidade de profissionais e acontecimentos da vida interferiram no caminho.

Mesmo assim, quando faço os exercícios hoje, percebo diferença. Meus braços ficam mais leves, os espasmos podem diminuir depois da sessão e eu sinto que meu corpo responde melhor.

Tenho preguiça? Tenho. Muita.

Mas uma coisa é a preguiça. Outra é saber que, para mim, movimentar o que ainda pode ser movimentado continua fazendo parte do cuidado.

Aviso de saúde: este artigo relata minha experiência pessoal com tetraplegia C4 e fisioterapia ao longo de quase 23 anos. Não use os movimentos, frequência, órteses ou estratégias descritos aqui como prescrição. Pessoas com lesão medular podem apresentar osteoporose, ossificação heterotópica, espasticidade, alterações de sensibilidade, contraturas e outros fatores que mudam a segurança de uma mobilização. Procure avaliação individualizada de profissionais com experiência em reabilitação e lesão medular.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima